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Controle da consciência humana: estatistasno papel de Deus. Parte 2. Da Inquisição à Revolução da Informação

Controle psicológico em vez de chips!

Os cidadãos comuns associam as tentativas dos "colonizadores" modernos de tomar posse dospensamentos humanos com uma grande quantidade de equipamentos, computadores e chips eletrônicos implantados no corpo.

Mas aparentemente a realidadeestá muito diferente, ela é muito mais fantástica do que osfilmes mostram. Até os chips da última geração que acabaram de aparecer na nossa vida, parecem um anacronismo total de tecnologiaem comparação com osmétodos sem contato, que permitem quebrar as barreiras de proteção do cérebro humano.

Controle da consciência humana: estatistasno papel de Deus. Parte 1. Herdeiros da Ahnenerbe.

Muitas vezes, história é ficção, mas tecnologia nunca é.

Na época, milhões de pessoas assistiram aos filmes de Hollywood "Inimigo do Estado" e "The Wire". Os enredos desses filmes - as histórias sobre o total controle dos cidadãos pelos serviços segredos - na época pareciam fantásticos.Mas após as revelações de Edward Snowden percebemos que quase todos os acontecimentosexibidos nos filmes foram comprovados pelos fatos, quais, na realidade, acabaram sendo ainda maiores! A tecnologia de controle eletrônico de pessoas descrita nos filmes de Hollywood já existia naquela época e, na realidade, não era ficção.

El discurso de Anatoliy Klepov,el Director General de MTT, en el Foro de Negocios de La Seguridad(el 18 de marzo de 2015,Hannover)

Em 2015, começou a era de telefones celulares. O fato é confirmado pelos números: até agora, foram produzidos mais de 6 bilhões de telefones celulares e há apenas 1,5 bilhão de computadores em circulação.

Em um futuro próximo, 80% de todas as conexões com a Internet serão feitas por telefones celulares.

Os telefones celulares estão se tornando parte integrante da vida moderna.

Segurança nacional pode ser privada?

O presidente norte-americano tem afirmado com frequência que os hackers são uma das principais ameaças à segurança econômica e nacional dos Estados Unidos. “No âmbito do país e do governo não estamos prontos para lidar em grande escala com este problema” – disse Barack Obama.

E o que acontece nos outros países, se o país principal da civilização ocidental, que presta muita atenção ao desenvolvimento de tecnologias de informação, considera que o terrorismo cibernético é o maior problema?

Na verdade Barack Obama anunciou oficialmente junto com essa sua afirmação que a era eletrônica já começou e o confronto entre os estados tecnologicamente avançados e os inimigos invisíveis e praticamente invulneráveis começou também.

Como tecnologias móveis vão mudar o mundo em 2015?

Todas as novidades que surgem na área de TI podem ser ou evolutivas - aquelas que acompanham o progresso tecnológico (por exemplo, virtualização), ou inovadoras - aquelas que mudam a nossa forma de pensar. Quando computadores pessoais se tornaram uma parte essencial da nossa vida, nós mudámos a forma como vemos o mundo que nos rodeia.

Devemos esperar que ainda maiores mudanças e a modernização de smartphones e tablets altere drasticamente o nosso mundo informático. Dispositivos móveis permitem que qualquer funcionário acesse os dados de sua empresa, e usuários comuns controlem suas casas inteligentes, carros, etc. Nos últimos 15 anos, as empresas têm seguido esta tendência para compartilhar informações através de vários aplicativos móveis.

A era das soluções de segurança de software, que agora representam 95% do mercado, já acabou. Hackers podem quebrar senhas com a velocidade de 56 bilhões de senhas por segundo.

À beira de um novo mundo ou quanto custa o pensamento humano?

Durante milhares de anos de seu desenvolvimento a nossa civilização fez um longo caminho da sociedade primitiva para o capitalismo e socialismo, ao longo da história sobrevivendo a escravidão e o feudalismo.

A mudança das etapas era acompanhada por intensas convulsões sociais, economicas, políticas, culturais e religiosas.

Em muitos casos, a evolução do sistema social causava a degradação da cultura e até mesmo a perda dos conhecimentos acumulados.

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